Um vocalista paraibano, no contrabaixo um maranhense,
um guitarrista brasilense e um cearense como baterista. Um som que vai do punk rock ao blues.
Jogue tudo isso num liquidificador − e acrescente o planalto central como cenário
musical − e você terá como resultado o Zedisded.
Depois de 2 anos de alguns shows e muito trabalho, levamos o primeiro lugar do I Concurso de
Bandas de Rock do Jams Studio, realizado em dezembro de 2006, no show que foi também a
despedida do Zedisded em Brasília − que agora está em São Paulo em busca
de um novo espaço. Com o prêmio do concurso conseguimos gravar nosso primeiro cd,
Transtorno Obsessivo Compulsivo.
Além da faixa que dá nome ao disco, T.O.C., o cd traz outras 10 músicas autorais,
numa mistura de estilos que vão do blues ao grunge passando sem medo por punk rock, metal e,
porque não, pop rock: Absinto, Pílulas de Morfeu, Primaveril, Engolindo Espelhos,
Sob Pressão, Permissão, Tanto Faz, Sinais, A Saga de Um Filho da Puta e Epílogo.
Como banda assumimos apenas um compromisso: o de fazer música que agrade nossos ouvidos.
Não importa se ela soar pop, triste, alegre ou pesada demais.
Como tudo começou (a
versão de cada um)
Felippe: Marcel e eu
trabalhávamos na mesma empresa. Um dia combinamos de ir a um
estúdio fazer um som com um amigo dele que tocava bateria...
foi onde tudo começou...
Marcel: Já havia
tocado com Felippe só de brincadeira uma vez. Quando soube que
Hélcio estava vindo pra Brasília, falei com ele que um
amigo meu que já cantava em uma banda em João Pessoa
estaria chegando em Brasília e que poderíamos montar uma
banda mesmo.
Helcio: Quando cheguei
em Brasília, Marcel e Felipe já estavam se organizando
para montar uma banda e antes mesmo de chegar aqui Marcel me falou
pelo telefone: − Ei doido, quando tu chegar a gente vai montar uma
banda. Conheci um cara que toca muito, eu poderia tocar baixo e tu
faria o vocal. Topa? É lógico que eu topei na hora. A
idéia de tocar novamente me deixou mais ansioso com a
mudança para Brasília.
Adriano: Conheci o Zedisded
através de uma amiga comum (Renata Catão).
Que nome é esse?
Felippe: É uma
fala do filme Pulp Fiction...
Helcio: Acho que foi idéia de Marcel. Eu
não queria colocar um nome em inglês, Marcel então
sugeriu essa escrita "aportuguesada" da fala: Zed's dead.
Marcel: "Whose
motorcycle is this? It's a chopper baby. Whose chopper is this? Zed's.
Who's Zed? Zed's dead, baby, Zed's dead."
Expectativas em relação
à banda... quais os planos de vocês?
Felippe: Esperamos ser
reconhecidos pelo nosso trabalho, tocando e compondo o que gostamos.
Helcio: Nosso foco
são nossas músicas. Letras e melodias, tudo que vem na
cabeça, em qualquer momento, damos um jeito de capturar e
depois tentamos amadurecer a idéia e moldar no estilo de som
que gostamos de fazer: muita distorção, no
começo, no meio e no fim.
Quanto aos planos, atualmente, tocar, tocar muito. Mas também
queremos fazer música boa, que nos faça gostar mais
ainda de cantar e que nos leve ao tempo em que nosso som ponha a
comida na mesa.
Marcel: Dominar o mundo.
Entre em contato com a banda
Contatos para show: (11) 8255-6776
Primaveril
...
Eu não entendo se você não me diz
Caço no tempo das besteiras que fiz
Vendo veneno quando estou infeliz
E não entendo se você não me diz
...









